O que esperar de uma
série que possui o nome daquele que um dia fora o anjo mais belo e precioso de Deus,
até se rebelar contra seu criador e cair na responsabilidade de guardar as
almas pecadoras do mundo?
Nada super sério ou que se remeta a seitas, se é o que está pensando.
Depois de se cansar de seu
castigo e rotina, o antigo filho preferido de Deus decide sair e construir uma
nova vida na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos. Se estabelecendo como
dono de uma boate de luxo (com um nome bastante literal), Lucifer Morningstar
está há aproximadamente cinco anos na Terra. Ainda com seus poderes de anjo
imortal, mas com a aparência do ator galês Tom Ellis, vive uma vida de prazer,
com sexo, drogas, dinheiro e um piano de cauda.
A série é bastante voltada
para a exploração do personagem e suas possibilidades. Depois de um “acidente”
que acabou em morte, o diabo conhece detetive Decker, que trabalha no
Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) resolvendo homicídios. Algumas
coisas deixam-no curioso sobre ela, e a trama gira em torno de como o
relacionamento dos dois se desenvolve a partir daí.
Com bastante humor, tiradas e
trocadilhos com a identidade de nosso protagonista, a série é fluida, mesmo com
seus mais de 40 minutos de duração por episódio. Personagens vão entrando, cada
um com uma personalidade bem definida. Particularmente, é uma série que
recomendo muito, e que considero superior até mesmo a grandes nomes como O
Justiceiro ou Demolidor (até onde pude ver). Mesmo com um pequeno furo aqui ou
ali, é difícil não se apaixonar pelo enredo e pelo desenvolvimento do nosso
querido Senhor do Inferno.
Como um seguidor fiel de Lúcifer (risos), a partir de agora postarei resenhas
semanais sobre cada episódio lançado, e meus comentários sobre. Espero que
gostem.

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