ATENÇÃO: O conteúdo a seguir contém spoiler. Confira no título e na pequena descrição da postagem se você está apto e/ou quer lê-la.
Com enfim um verdadeiro
retorno da série, seguimos do ponto principal onde paramos: Pierce na verdade é
Superman Caim, o suicida que não pode morrer. Com intimidações
fracas e nada a dizer que parecesse relevante, Lúcifer fica sem muitos
argumentos enquanto o primeiro assassino da Terra sobe as escadas e vai embora
pós-esfaqueamento (não antes de revelar que sequestrou o diabo no início da
temporada sem explicar o porquê).
O episódio decorre da
Chloe 100% pistola com Lúcifer por causa do ocorrido no S03E10 (em que ele
sequestrou e torturou Sinnerman pelas costas dela). Ela desabafa com
Maze que, com uma frase que com certeza melhorou tudo (ironia), disse "Ele
é o que ele é, você não pode mudá-lo". Será que Mazikeen está acompanhando
a série e percebeu que a única coisa que Ex-Senhor do Inferno fez desde que
começamos foi mudar por causa da Chloe? Mas tudo bem, sigamos.
Decker solta o esporrão
no Lúcifer logo no começo da história, que apresenta um caso de homicídio
envolvendo surfistas (apesar da verdadeira tristeza ter sido descobrir que uma
foca foi morta). Ele vai para terapia, novamente interpreta da maneira como lhe
é favorável e faz um showzinho de gentileza que, para nossa alegria, é cortado
em pouco tempo pela Detective.
Falando dos outros personagens, Ella está triste pela bronca que recebeu
de seu herói (sem trocadilhos dessa vez), e se mostra com uma energia muito
mais pra baixo do que de costume. Ironicamente ou não, Charlotte tenta ajudar,
falando para ela ser mais firme. E também acrescentando mais um esporro para a
contagem de do dia, dessa vez para o tenente, dizendo que ele devia se
envergonhar.
Seja como for, o ponto
alto do episódio, para a trama principal, é quando Caim revela que sequestrou
Lúcifer para tirá-lo do caminho e se aproximar da agente Decker, com o objetivo
mais clichê para um imortal: ele quer morrer. Apesar da provocação
desnecessária do uso dos poderes do diabo galês, a revelação de quem o tinha
largado no deserto está para sair, literalmente, desde que começou a temporada.
Então é um alívio, mesmo que um pouco broxante para algumas pessoas que esperavam
algo maior (este seria eu?), que finalmente isso tenha sido esclarecido.
Na conclusão, Lúcifer e
Detective, mais uma vez, resolvem um drama mostrando como um se importa
com o outro, e o mesmo de sempre. "Podíamos ter começado com isso",
diz a agente, com o que devo concordar. Esse vai e vem já está virando uma
rotina chata.
Não, não esqueci do
nosso segundo anjo preferido (porque só temos dois na série ok).
Passando pelo drama de um diagnóstico de clamídia que rendeu algumas boas
piadas, ele e Linda encerram seu relacionamento entrando em um
"consenso" muito satisfatório, como se pode observar pela cara de
Amenadiel na imagem abaixo.
Seja como for — apesar de essa história de terminar
para não magoar uma amiga parecer um drama adolescente nível Disney, e de eu
ter esperado que uma terapeuta lidasse melhor com a situação — sabemos que pessoal e profissional são
coisas diferentes, e acabamos aceitando isso porque não tem o que fazer. Apesar
de ter sido inútil e de que o assunto provavelmente será retomado logo no
próximo episódio.
E, apesar do beijo do
tenente Caim e do detetive do Inferno não ter saído ainda, eles formam uma
aliança; este último faz juras para o outro, prometendo que vai arranjar um
jeito de matá-lo. Com curiosidade, aguardamos o próximo episódio.
Encerrando, mas devo
deixar claro que ainda espero por isso:
Até a próxima!




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