ATENÇÃO: O conteúdo a seguir contém spoiler. Confira no título e na pequena descrição da postagem se
você está apto e/ou quer lê-la.
Com
uma desagradável surpresa, a temporada de Lúcifer volta com seu último
(assim esperamos) spin-off (estou
usando esse termo corretamente?), que retrata o começo de tudo. Eu acho que “Episódio
Zero” seria uma forma de chamá-lo.
Apesar
de nenhum plot twist ou alguma grande novidade, a proposta de um
episódio assim se fez interessante. O humor e equilíbrio da série mantiveram o
mesmo padrão, enquanto pudemos observar, nas palavras do narrador de Sessão da
Tarde, “Dois Irmãos Aprontando Altas
Confusões” na famigerada Cidade dos Anjos.
Provavelmente
minha maior surpresa nesse episódio é que, mesmo como um episódio fora da linha
que estamos acompanhando no presente, conseguimos observar a inclusão de quase
todos os personagens do elenco principal, com exceção apenas de Linda, Trixie,
Marcus/Caim/Superman e Ella (sim, não
me esqueci dela), que em sua maioria realmente são personagens sem contexto para
entrarem aqui.
Ao
longo do episódio, vamos vendo como Lúcifer Morningstar vai cada vez se
convencendo mais a ficar em Los Angeles, com motivos que, concordemos, não são
ruins. Com direito a Mazikeen de armadura medieval, um clichê previsível do
primeiro “encontro” de Chloe com o Diabo Galês e uma cena dramática das asas do
Ex-Senhor do Inferno sendo cortadas, o episódio foi consistente, apesar de não
acrescentar muita coisa na nossa linha principal. Então, como spin-off, cumpre bem seu papel.


Só achei muito boba a forma que ele arrumou para continuar em Los Angeles.
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